sábado, 10 de maio de 2014

A evolução no vestuário no séc.XIX

COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR - UNIDADE DENDEZEIROS
Equipe:  Clívia Fonseca, Doralice Braga, Luana Santana, Luara Lisboa, Maria de Lourdes, Talisson Queiroz e Thomas Rodrigues, II° ano A.
Professora: Tânia Tosta



A evolução no vestuário no século XIX



As roupas nessa época foram influenciadas pelo Neoclássico, após a Revolução Francesa em que as mulheres gostariam de abandonar os espartilhos, saiotes e saltos para adotar vestidos simples, porém essa mudança só acontece definitivamente no final do século.







Ao longo do século XIX, a industrialização na produção de roupas e tecidos espalhou-se para outros cantos do mundo. A indústria têxtil ficou firmemente estabelecida nos Estados Unidos, França, Alemanha e no Japão. 





Aos poucos as roupas ocidentais foram substituídas pelas tradicionais. Mas algumas pessoas ainda preferiam usar roupas feitas por um artesão, quando podiam pagar. Outras pessoas, principalmente as que moravam em lugares isolados, continuaram a fabricar tecidos e roupas em casa.Nesse século as roupas passaram a ficar mais simples e leve.



C
omeçou a ser usado camisas e saias  (que deveriam serem usadas juntas) e logo se tornaram tendência entre as mulheres de classe trabalhadora. 

                                   

        As Peças da Época


Usado durante o dia.
As mulheres usavam vestidos longos, daqueles que eram cheios de saias e geralmente tinham espartilhos durante o dia, chapéus (que só eram permitidos durante o dia).

 

Usado durante a noite.

Os vestidos de noite tinham decotes e nos pés usavam botinhas ou sapatinhos. As mais pobres também usavam vestidos, porém de um tecido menos nobre e com poucos enfeites ou saias e botinhas. Jóias eram muito utilizadas e os cabelos deveriam estar no alto. 




Usado em casa.
Dentro de casa, usava-se um robe originalmente concebido como "robe de chambre" que dispensava o uso de espartilhos. 


Cores e tecidos





Os tecidos eram de fibras naturais como algodão, linho, lã, sedas. Mas já existiam variedades de tramas com os crepes, chamalotes, veludos, tafetás, cetins, cassas, gorgorões, etc. 

                             





   Para eles 



A moda masculina no século XIX era bem formal para nós. Os homens usavam um terno (que poderia ser de vários tecidos e cores, mediante a cada ocasião) que levava colete, golas que deveriam ser bem engomado para que o colarinho ficasse sempre no alto, chapéus e bengalas que poderiam ser usados de dia. Durante a noite usavam casacos e podiam usar cartolas. Em casa era permitido usar o famoso robe de chambre. 






Curiosidades

  •  Espartilhos foram usados até o final do século XIX.
  • Calcinhas foram criadas na década de 1870. 

sábado, 3 de maio de 2014

Colégio da Polícia Militar - Dendezeiros
Equipe: Deivison Gomes, Elen Soledade, José Emir, José Ricardo e Roberta Ribeiro
Professora: Tânia Tosta                         Série: IIº A



ROMANTISMO SÉCULO XIX

Antes de começarmos, deixemos claro algumas coisas: O que foi o romantismo?
O romantismo foi um período cultural, artístico e literário que se inicia na Europa no século XVIII, e, em seguida espalha-se e tomando o mundo no século XIX. As principais características nesse período são: sentimentalismo, liberdade de criação, pessimismo, amor platônico, individualismo, nacionalismo, egoísmo, idealização da mulher, ironia, valorização da natureza e melancolia, além, da influência de Lord Byron em uma das suas gerações em grande quantidade.

Neste século, o romantismo não se detinha apenas nas características físicas e ilustrativas das coisas, muito pelo contrario, no século XIX ele estava em cada pessoa, a cada ato, em cada momento. Em geral de forma exacerbada e egoísta, quando expressa em poemas e prosas pelos artistas. Mas, quando no tocante a cada ser, existiam características visíveis, com o modo de vestir-se, agir e falar, por exemplo.
No século XIX, o romantismo era supervalorizado, havia todo um desenrolar na conquista de ambas as partes para formar um casal, ou em alguns casos, suas frustações, sonhos ou conquistas amorosas eram relatas de diversas formas.

Existem formas de logo percebemos quando estamos nos referindo ao romantismo, como por exemplo: as roupas eram copiadas dos retratos medievais. E foi nessa época que ressurgiram as mangas presuntos, remanescentes da Renascença, que eram sustentadas por barbatanas ou bolas cheias de espuma, Usavam-se também xales delicadamente bordados ou rendados sobre os vestidos e pequenas bolsas de couro à cintura. As mulheres, diferentemente das jovens, usavam os cabelos revoltos e ondulados sob chapéus altos e de abas largas.


Mas, se havia essa supervalorização do romantismo antigamente, como estão as coisas nos tempos atuais? Com a sociedade que possuímos hoje em dia, o romantismo foi esquecido. Quando citamos a palavra romantismo, automaticamente nos dá uma sensação de nostalgia, e hoje, ser romântico é um sinônimo para bajulação e exibicionismo, ou seja, a chamada “ostentação”, que as pessoas possuem em lugares e nas redes sociais. Porém, a falta do romantismo não quer dizer a extinção do amor, esse sentimento não se resume a presentear ou agradar o outro, mas sim, o mais simples e bonito gesto de deixar um bilhete numa mesa, como uma forma de unir as pessoas.